Wana Química

AkzoNobel e Instituto Tomie Ohtake vão restaurar cinco obras públicas

17/04/2017 - 13:04

A AkzoNobel e o Instituto Tomie Ohtake reforçam sua parceria com o anúncio de mais um projeto. Além da 4ª edição do Prêmio de Arquitetura Tomie Ohtake AkzoNobel, com inscrições abertas, estão juntos em uma nova empreitada: a renovação de obras públicas da artista plástica Tomie Ohtake em quatro cidades paulistas. A iniciativa visa levar a visão original da autora, com suas obras de cores vivas e energizantes, aos cidadãos de São Paulo, Santo André, Santos e Guarulhos.

“Nosso compromisso é melhorar, energizar e regenerar as comunidades urbanas em todo o mundo. Esse é o princípio da nossa diretriz global Human Cities (Cidades Mais Humanas), que é tudo o que fazemos para e com a sociedade para torná-la mais humana. Portanto, participar de projetos como esse, que oferece aos locais e a seus cidadãos a oportunidade de contemplarem obras em seu melhor estado, como foram imaginadas originalmente pela artista, nos deixa muito satisfeitos”, comenta Heder Frigo, presidente da AkzoNobel Brasil.

Lançada em 2014, a iniciativa Human Cities é uma expressão ativa da finalidade da empresa de criar itens essenciais para tornar a vida das pessoas mais agradável e inspiradora. A rápida urbanização significa que um dos maiores desafios da nossa era será manter as cidades humanas. A AkzoNobel busca tornar as cidades do mundo sustentáveis para todos os habitantes. “Estamos convergindo nosso pessoal, nossos produtos e nosso propósito em comunidades locais em todo o mundo. Usando os nossos três principais pontos fortes - ingredientes essenciais, proteção essencial e cor essencial -, podemos energizar as comunidades, tornando-as um lugar melhor para se morar e viver em sociedade”, explica Frigo.

Cinco obras serão restauradas no Estado de São Paulo

Em São Paulo

• Escultura de 1988 em concreto armado pintado com 40 metros de comprimento, comemorativa dos 80 anos de imigração japonesa, na Avenida 23 de maio, São Paulo. As faixas de concreto representam as quatro gerações de “nikkeis” - como são chamados os descendentes de japonês - no Brasil. As ondas ficam bem próximas umas das outras, justamente para dar a sensação de conjunto e continuidade. Essa obra foi entregue no último mês de janeiro, pelo projeto Tudo de Cor, movimento da Coral que vai ao encontro do Human Cities para levar energia e cor às cidades. Em 2015, Tudo de Cor também restaurou a obra instalada no Museu Municipal de Arte (MuMA), em Curitiba.

• Painel de 1984 pintado na empena de edifício na Ladeira da Memória, no centro de São Paulo (Rua Xavier de Toledo), com 55 metros de altura. Foi a primeira obra bidimensional da artista, na qual os pintores aumentaram em 50 vezes a imagem original. Cores puras dão mais energia a quem passa na região do Anhangabaú. Será restaurado em parceria com a Repinte Técnica em Pinturas, responsável pela mão de obra.

Em Santos

• Escultura de 2008 em aço, pintada de vermelho rubi, com 15 metros de altura, pesando 60 toneladas, no Parque do Emissário Submarino, Praia José Menino, Santos. Com vista de toda a orla, foi inaugurada pelo Príncipe Naruhito do Japão, no centenário da imigração japonesa no Brasil.

Em Guarulhos

• Escultura de 2008 à margem da avenida de acesso ao Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica), em Guarulhos. Em aço, pintada de vermelho rubi, com 9 metros de altura e pesando 20 toneladas, celebrou o centenário da imigração japonesa no Brasil.

Em Santo André

• Monumento em homenagem aos trabalhadores inaugurado em 2013, no Paço Municipal de Santo André, executada em aço carbono pintado com tinta automotiva, com peso de 15 toneladas e medindo 12 metros de altura.

Tintas Proteção Sol & Chuva Pintura Impermeabilizante, da Coral, e Wanda PU HS são alguns dos produtos que serão usados para a renovação das obras, que manterão suas cores originais e ganharão proteção contra intempéries do clima.

Prêmio de Arquitetura

O Instituto Tomie Ohtake e a AkzoNobel também dão continuidade ao mapeamento da produção arquitetônica contemporânea, ao destacar, pelo quarto ano consecutivo, projetos significativos construídos no panorama atual brasileiro. A relação urbana e o comprometimento com o sítio de implantação e a sustentabilidade, bem como a inventividade projetual e construtiva são os critérios fundamentais que norteiam o 4º Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel.

"Este prêmio, possível por parceria com a AkzoNobel, é uma forma de colocarmos uma lente sobre a produção atual, realizada por jovens profissionais, num esforço de elevar a qualidade da arquitetura brasileira", afirma Ricardo Ohtake, arquiteto e presidente do Instituto Tomie Ohtake.

As inscrições (gratuitas) devem ser feitas online, até 30 de abril de 2017, no site do Instituto Tomie Ohtake (www.institutotomieohtake.org.br), no qual há informações completas sobre a premiação, como edital e plataforma de inscrição. O Prêmio é exclusivamente destinado a arquitetos brasileiros ou estrangeiros que vivam no Brasil há pelo menos dois anos, com até 45 anos de idade, e projetos construídos durante os últimos dez anos.

O júri, formado pelos arquitetos Carla Juaçaba, Gustavo Penna, Nabil Bonduki e Priscyla Gomes, selecionará os dez trabalhos finalistas que participarão da exposição na sede do Instituto Tomie Ohtake, que estará aberta ao público de 10 de agosto a 17 de setembro de 2017. Na inauguração do evento, serão anunciados os vencedores. Os arquitetos responsáveis pelos três projetos premiados receberão viagens internacionais.

  Mais notícias

OCQ Covestro langguth Abrafati